quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Curso de Métodos Quantitativos Aplicados na UFPA

Em dezembro finalmente conhecerei a UFPA. Darei um curso de dois dias com o básico de métodos quantitativos aplicados à pesquisa contábil.

Vamos lá!


quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Explorando mais algumas evidências sobre o caso de "insider trading" da JBS

Postei na última segunda-feira uma análise da PIN (probability of informed trading) da ação da JBS ($JBSS3) e do dólar, apontando que há evidências de negociações anormais no período pré-vazamento da delação. Mais informações sobre o modelo da PIN podem ser obtidas na tese de doutorado de 2012 do Professor Orleans Silva Martins (clique aqui).

Coincidentemente, no mesmo dia em que divulguei o texto aqui no blog, foi divulgada a notícia de que os irmãos Batista se tornaram réus por insider trading (uso indevido de informações privilegiadas no mercado financeiro) e que a CVM estava abrindo um processo administrativo sancionador a partiri das investigações.

Enfatizo mais uma vez que não estou julgando os irmãos Batista por nada. Estou analisando apenas evidências de movimentos fora do comum com as ações da JBS.

Então vamos lá a mais algumas evidências sobre o caso:

ANÁLISE DE EVIDÊNCIAS ADICIONAIS: volume financeiro de negociações com a ação JBSS3

No ano de 2017 a $JBSS3 teve um volume financeiro médio diário de R$ 115 milhões (dados até 27/09/2017, coletados na Economatica), sendo que antes do dia 18/05/2017 (primeiro pregão da bolsa após o vazamento) o volume médio diário era de R$ 96 milhões.

Após o vazamento, o volume médio diário passou a ser de R$ 134 milhões (volume aproximadamente 40% superior ao do período pré-delação), provavelmente pelo aumento da especulação com notícias da empresa.

O gráfico abaixo apresenta o comportamento do volume financeiro diário da ação.

Volume em log natural, para melhor visualização do gráfico

Para não usar apenas o olho para verificar a anormalidade no volume financeiro negociado antes de sair um fato relevante importante que justificasse tal volume, vamos analisar mais alguns números:

1) A JBSS3 faz parte do principal índice de ações da nossa bolsa de valores (Ibovespa, ou IBOV para os mais íntimos), representando 1% do índice. Por este motivo, calculei quanto do volume financeiro da JBSS3 representa do volume total negociado no IBOV.
Na nossa amostra de 2017, o volume da JBSS3 representou 1,61% do volume do IBOV. Antes do vazamento, esse percentual era de 1,34%. Após o vazamento o percentual passou a ser de 1,87%.
No dia 16/05/2017 e no dia 17/05/2017 (1 dia antes do primeiro pregão pós vazamento), os percentuais foram de, respectivamente, 2,84% e 2,38%. A média desses dois dias equivale a 1,63 vezes a porcentagem média de 2017, 1,33 vezes a porcentagem do período pré-vazamento e 0,76 vezes a porcentagem pós-vazamento.

2) Como podemos observar no gráfico do comparativo do volume da JBSS3 e IBOV, houve, aparentemente, uma alteração de comportamento do volume antes e após o vazamento da delação. 
Utilizando-se um teste t de médias, verificamos que o volume antes e depois (retirando o dia 18 da amostra, por ser o evento chave)  do vazamento, as evidências apontam que nós podemos rejeitar a hipótese nula de que o volume financeiro médio diário seja igual antes e após o vazamento (estatística t = -3,2370, 91 graus de liberdade e p-value = 0,0017).
Como a amostra não tem distribuição normal e o desvio-padrão (e a variância) não é homogêneo antes e depois (desvio-padrão do volume é quase duas vezes maior, após o vazamento da delação - estatística f = 0,2581, 91 e 91 graus de liberdade e p-value = 0,0000), resolvi ser conservador e usar uma versão não paramétrica do teste t de média. O teste de Mann-Whitney corroborou o resultado encontrado anteriormente com o teste t (estatística z = -2,442 e p-value = 0,0146).
3) Para detalhar um pouco mais a análise, realizei o mesmo teste t de média para verificar se o volume negociado nos dias 16 e 17/05/2017 foram normais (dentro da média pré- e pós-vazamento).
Com 91 graus de liberdade, temos as seguintes estatísticas para o período pré- e pós-vazamento: t = -22,7678 (p-value = 0,0000) e t = -7,9681 (p-value = 0,0000).
Essas evidências, mais uma vez, corroboram a hipótese de que o volume naqueles dois dias foi diferente do que acontecia normalmente com a empresa.
 O volume financeiro desses dois dias é comparável, por exemplo, ao volume financeiro do dia da deflagração da Operação Carne Fraca (17/03/2017), que derrubou as ações da JBS e BRF. A diferença é que o fato realmente relevante só deveria ter impacto no mercado no dia 18/05/2017, não nos dias 16 e 17/05/2017, fazendo com que o volume financeiro saísse do normal.
Dias sem barras são dias sem pregão

 4) Por fim, se olharmos para a variação do volume financeiro da JBSS3, percebemos que é desproporcional com relação ao próprio IBOV, conforme o gráfico abaixo, além de o pico de volume na JBSS3 ocorrer antes do pico do IBOV, que é no dia 18/05/2017.
Os desvios-padrão (e variância) da JBSS3 e IBOV são, inclusive, diferentes estatisticamente (f = 4,6027, 90 e 90 graus de liberdade e p-value = 0,0000). 


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste post eu apresentei mais algumas evidências de que algo incomum aconteceu com as ações da JBS no período pré-vazamento da delação. É possível que alguém tenha tido acesso antecipadamente ao conteúdo da delação e tenha se beneficiado no mercado de ações com isso. Quem foi? Não sabemos ainda.

Essas evidências corroboram a estranheza que foi gerada no mercado pelo fato de os controladores da empresa terem vendido ações, por exemplo, nos dias 16 e 17/05/2017, em um total de R$ 45 milhões (equivalente a 21% do volume negociado nesses dois dias), além de terem vendido mais de R$ 328 milhões ainda em abril (veja aqui o meu post do dia 19/05/2017).

Essas evidências corroboram ainda aquelas apresentadas na última segunda-feira, em que usamos dados de alta frequência e modelos de microestrutura de mercado para estimar a PIN da JBSS3 e dólar (veja aqui).

Agora resta à CVM em conjunto com B3 (nossa antiga Bovespa) e corretoras verificar de onde partiram tais negociações e a justiça julgar os possíveis envolvidos.

Finalizo o post agradecendo a Nicholas Rodrigues (estagiário da Assessoria de Extensão do CCSA/UFPB e analista acadêmico da Sala de Ações) e ao meu PIBIC Glauco Pordeus, pelo suporte na coleta dos dados.

Vamos torcer para que casos como esses não voltem a acontecer no nosso mercado que já é tão frágil.

[SLIDES] Como usar a base de dados Thomson Reuters Eikon

Apesar de o Professor Filipe Duarte ter feito o treinamento conosco diretamente com a base de dados aberta e online, ele nos disponibilizou um material com os printscreens das telas, para auxiliá-los quanto ao manuseio do programa.

Lembrando que, caso tenham alguma dúvida, sempre há a opção de buscar buscar também algumas informações no manual.


[VÍDEO] Crescimento da empresa: o g!

No vídeo desta semana, Michelly Vieira faz um resumo sobre o que devemos levar em consideração ao estimar o crescimento da empresa que estamos avaliando.

Confiram abaixo:


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Existem evidências de negociações anormais no caso da JBS?

A JBS, por meio de seus controladores protagonizou um dos casos mais polêmicos do mercado de ações brasileiro nos últimos anos. É sobre esse caso que quero mais uma vez falar, porém não estou fazendo acusação a ninguém. O objetivo do post é analisar se houve ou não alguma evidência de negociação anormal no caso da delação.

Antes de tudo, gostaria de informar que eu dividi o post em duas partes, fora a introdução: (1) a primeira trata da denúncia do Ministério Público Federal e a (2) segunda trata da análise dos movimentos dos preços das ações.

Assim, o leitor poderá pular, caso queira, para a seção que for de seu interesse.

Obs.: uma pequena importante observação antes de continuar a postagem, agradeço ao meu orientando de PIBIC Glauco Graco Pordeus por ter tido um grande trabalho de coletar os dados e rodar os modelos para mim. Aqui vocês podem ter acesso a um vídeo feito por ele, sobre como coletar dados de alta frequência.

INTRODUÇÃO

Pouco antes de ser divulgado um acordo de delação premiada dos seus controladores, houve uma grande movimentação de compra de ações e dólares por parte da tesouraria da empresa e venda de ações por parte dos controladores.

Dessa forma, o objetivo desse post é analisar se houve ou não evidências de negociações anormais com as ações da JBS, em torno da divulgação do acordo de delação premiada feito pelos seus acionistas controladores.

Eu não estou analisando aqui se a empresa tinha ou não programa de recompra de ações aprovado ou se precisava ou não comprar dólares

O foco é puramente na movimentação do preço da ação e também dos contratos de dólar futuro, como exemplo de aplicação do modelo de microestrutura de mercado de Easley e O'Hara (2002-Journal of Finance).

Os modelos de microestrutura de mercado, para os menos familiarizados, nos fornecem informações sobre eventos baseados em informações privadas, sendo que a literatura empírica sobre este tema aponta que existe ligação entre as informações privadas e as ofertas de compra e venda das ações (Easley & O'Hara, 2002).

Para mais aplicações empíricas, é possível ler alguns artigos brasileiros que nós publicamos sobre isso:
Avaliação de empresas e probabilidade de negociação com informação privilegiada no mercado brasileiro de capitais
Negociação com informação privilegiada e retorno das ações na BM&FBOVESPA

Existem também vários posts aqui no blog em que eu cito o caso da JBS e que vocês podem ler, caso tenham interesse em entender o que aconteceu, do meu ponto de vista.

No primeiro link, do dia 19, eu tentei explicar de forma direta o que aconteceu e porque que eu não achei correto/ético as negociações e como isso prejudica o nosso mercado de capitais:
19/05/2017 - Operações da JBS: até quando a CVM vai permitir isso?
25/05/2017 - Reclamação enviada à CVM
09/06/2017 - Negociações dos insiders: sempre aos 45 do segundo tempo
14/07/2017 - Negociações dos Insiders: JBS
Existe também a possibilidade de buscar em outras fontes (como alguns jornais e sites especializados).


DENÚNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (MPF)

A denúncia do MPF inicia basicamente dizendo o seguinte (acesse aqui o documento completo):
Consta dos autos que JOESLEY BATISTA na qualidade de Diretor Presidente  da  J&F  INVESTIMENTOS  S/A  e  Presidente  da  FB  PARTICIPAÇÕES (controladora da JBS) e  WESLEY BATISTA,  na qualidade de Diretor Presidente da JBS S/A, durante o período de 02 de março de 2017 a 17 de maio de 2017, (1)   utilizaram informação relevante (Acordo de Colaboração Premiada) não divulgada ao mercadode que tinham conhecimento e da qual deveriam manter sigilo, capaz de propiciar, para eles vantagem indevida, mediante negociação, em nome próprio com valores mobiliários,  praticando, assim o delito de Insider Trading previsto no Artigo 27, D, da Lei 6.385/76
Os grifos são meus.

Dessa forma, partimos do pressuposto de que as evidências analisadas pelo MPF levam a crer que houve insider trading ilegal. Mais a frente eu falarei um pouco sobre algumas evidências de negociações anormais, tanto nas ações da JBS, quanto no dólar futuro.

Outro trecho merece destaque na denúncia por evidenciar o montante do estrago no nosso mercado de capitais, que já é tão desacreditado. O trecho cita o laudo da perícia realizada por agentes federais:

“Em resumo, o vazamento da delação e de conteúdo de gravações na noite de 17/05 causaram no dia 18 (e no mercado norte-americano ainda no próprio dia 17) dentre outros efeitos extremos, quedas do Ibovespa   (8,8%   -   maior  queda  em  1  dia  desde  2008)  e  de  JBSS3 próxima a 10%, Petr4 de 15%, o EWZ próximo a 16% e o dólar à   vista alta de cerca de 9%, a maior em um dia desde a maxidesvalorização  cambial de janeiro de 1999” (fls. 118)

A denúncia do MPF apresenta diversas evidências de insider trading e manipulação de mercado.

Recomendo a leitura completa, para os interessados neste assunto tirarem suas próprias conclusões.

Agora vamos a algumas evidências de negócios anormais na ação da JBS.

EXISTEM EVIDÊNCIAS DE INSIDER TRADING NA JBS?

No ano de 2017 todo, os controladores da JBS só começaram a vender ações da empresa a partir do dia 20/04/2017, próximo da data da assinatura do acordo de delação premiada, que ocorreu no dia 03/05/2017. 

Por si só, isso não é efetivamente uma grande evidência de que alguém negociou com informação privada, mas é um fato pelo menos curioso.

Vamos aos números...

ANÁLISE DOS MOVIMENTOS ANORMAIS NAS AÇÕES DA JBS

Se avaliarmos a probabilidade de negociação com informação privada (PIN), podemos verificar que no período pré-vazamento da delação há uma alta probabilidade de negociações "bem informadas" na ação da JBS ($JBSS3) e que essa probabilidade é crescente até o dia do vazamento, quando ela cai abruptamente.

Isso quer dizer que é possível que alguém estivesse fazendo negociações anormais dias antes do resultado da delação ser vazado.

A delação foi feita no dia 03/05/2017, tendo sido homologada em 11/05/2017. O vazamento ocorreu no dia 17/05/2017 (ver aqui). 

Cabe ressaltar que no dia 17/05/2017 os controladores da JBS venderam pouco mais de R$ 35 milhões de reais em ações da empresa. No mês de maio, os controladores venderam em torno de R$ 155 milhões em ações da empresa.

PIN da JBSS3, com janelas móveis de 60 dias finalizando na data indicada em cada barra do gráfico

Olhando agora especificamente para um dos componentes da PIN (o alpha) que representa a probabilidade de ocorrer um evento informacional naquele período, percebemos no dia antes do vazamento que essa taxa é mais alta do que nos períodos anteriores e muito mais alta com relação ao mesmo período do ano anterior.

Todavia, não houve nenhum fato relevante que justificasse tal chegada de eventos informacionais, conforme podemos verificar no site de relações com investidores da empresa.

Sobre os fatos relevantes da JBS, houve uma divulgação no dia 10/02/2017 (aprovação do novo plano de recompra de ações, que possibilitou que a tesouraria pudesse comprar as ações que estavam disponíveis para venda - inclusive dos próprios controladores) e outro no dia 13/03/2017 (aquisição da Plumrose).

Após isso, o próximo fato relevante apenas foi divulgado no dia 26/05/2017, sobre a eleição de Tarek Farahat para a presidência do Conselho de Administração.

Ou seja, nenhum fato relevante nos arredores do vazamento da delação.



ANÁLISE DOS MOVIMENTOS ANORMAIS NO DÓLAR FUTURO

Analisando agora os movimentos anormais no dólar futuro, verificamos que as maiores PINs são nos dias anteriores ao vazamento da delação, evidenciando mais uma vez que alguém fez o mercado movimentar anormalmente.



A evidência acima é corroborada pelo alpha pré-vazamento da delação que subiu muito fortemente, comparado com o ano e meses anteriores.



CONCLUSÃO

As evidências apontadas pelos modelos de microestrutura de mercado evidenciam que aconteceram negociações anormais no período pré-vazamento da delação, contudo nossos dados não permitem informar quem foi que negociou com tais informações.

Os nossos dados são apenas relativos aos preços e horários das negociações, com frequência de 1 minuto.

Para saber efetivamente quem negociou, é preciso que haja um trabalho mais aprofundado da CVM, que tenho certeza que já está sendo feito, ou até mesmo finalizado.

Não estou acusando os controladores de terem usado informações privadas, com a análise dos dados de microestrutura, apenas estou apontando que houve algo estranho naqueles dias que antecederam o vazamento.

P.s.: uma pequena importante observação antes de finalizar a postagem, agradeço ao meu orientando de PIBIC Glauco Graco Pordeus por ter tido um grande trabalho de coletar os dados e rodar os modelos para mim. Aqui vocês podem ter acesso a um vídeo feito por ele, sobre como coletar dados de alta frequência.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Como coletar dados de alta frequência na Bovespa usando o GETHFDATA

Recentemente os Professores Marcelo Perlim e Henrique Ramos da UFRGS publicaram um artigo na Revista Brasileira de Finanças, apresentando um pacote no R para baixar dados de alta frequência na Bovespa.

Esses dados podem ser utilizados para diversas aplicações, dentre elas a estimação da PIN.

Como eu tenho alguns alunos que trabalham e têm interesse de trabalhar com assimetria informacional, solicitei ao meu PIBIC Glauco Pordeus que fizesse um vídeo explicando como usar o pacote do R.

Posteriormente ele fará um vídeo sobre como estimar a PIN também no R.


Abaixo está o script usado por Glauco no vídeo:

# http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rbfin/article/view/64587/65702
# https://cran.r-project.org/web/packages/GetHFData/GetHFData.pdf

# AUTORES: Marcelo S. Perlin e Henrique P. Ramos, Ambos do da UFRGS

install.packages("GetHFData")

library(GetHFData)

getwd ()
setwd ("c:/Users/glauc/Desktop")

# PARÂMETROS 'info'
first.time <- '10:00:00'
last.time <- '18:00:00'
type.output <- 'agg'
    # Define a periodicidade 
agg.diff <- '1 min'
    # 'sec' or 'secs', 'min' or 'mins', 'hour' or 'hours', 'day' or 'days'
type.market <- 'equity'
    # ou 'options', 'BMF'.
my.assets <- c('PETR4','PETR3')
    # ou só PETR
first.date <- '2017-10-11'
    # Dados disponíveis só a partir de 06/2015
last.date <- '2017-10-11'
only.dl <- TRUE
    # or FALSE

# PARÂMETROS 'crú'
first.time <- '10:00:00'
last.time <- '18:00:00'
type.output <- 'agg'
agg.diff <- '1 min'
my.assets <- c('PETR4','PETR3')
type.market <- 'equity'
first.date <- '2017-10-11'
last.date <- '2017-10-11'
only.dl <- TRUE

# IMPORTANDO DADOS

# IMPORTAÇÃO DE ATIVO'S ESPECÍFICO'S
DB <- ghfd_get_HF_data(my.assets = my.assets, type.market = type.market,
                           first.date = first.date, last.date = last.date,
                           first.time = first.time,  last.time = last.time,
                           type.output = type.output,  agg.diff = agg.diff) #only.dl


# IMPORTAÇÃO DE TODOS OS ATIVOS
DB1 <- ghfd_get_HF_data(#my.assets = my.assets, 
                       type.market = type.market,
                       first.date = first.date, last.date = last.date,
                       first.time = first.time,  last.time = last.time,
                       type.output = type.output,  agg.diff = agg.diff) #only.dl

# SELECIONANDO UM ATIVO

PETR4.1 <- subset(DB1, InstrumentSymbol=='PETR4') 
      # ESTE PROCEDIMENTO DEVERÁ SER FEITO CASO TENHA IMPORTADO OS DADOS POR MEIO DE ATIVOS ESPEPECÍFICOS, COM MAIS DE UM ATIVO

PETR4 <- data.frame(PETR4.1[,1],PETR4.1[,3],PETR4.1[,5])

names(PETR4) <- c('Ticker','DateTime','LastPrice')

# SALVAR TABELA

setwd ("c:/Users/glauc/Desktop")
write.table(PETR4, file = "PETR4.txt", sep =';')

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

[WORKSHOP] Explorando a base de dados Thomson Reuters Eikon

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da UFPB, em parceria com a Assessoria de Extensão do CCSA/UFPB e com o Núcleo de Pesquisas em Análise de Investimentos e Contabilidade estão oferecendo um workshop gratuito sobre o funcionamento da base de dados Thomson Reuters Eikon, disponível no CCSA da UFPB.

O workshop será ministrado pelo Professor Filipe Duarte, mestre em Ciências Contábeis pela UFPB e bacharel em Ciências Atuariais também pela UFPB.

A base contempla dados financeiros do mundo todo, com informações contábeis, previsões de analistas, derivativos, câmbio etc.

O foco do workshop será com relação à coleta de dados de várias empresas de uma só vez, para aplicações em pesquisas na área de mercado de capitais.

As vagas são limitadas (40 vagas) e as inscrições só poderão ser efetuadas na hora. Por isso, recomendo que cheguem ao local com antecedência.



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