quinta-feira, 28 de março de 2013

Beta para ações de baixa liquidez

Em finanças o beta de um ativo é algo extremamente importante e sua utilização vem sendo criticada em alguns congressos e artigos pela forma como ele é calculado para a utilização em pesquisas (principalmente quando ele é coletado de alguma base de dados). No Brasil ainda temos o problema da falta de liquidez, o que pode comprometer a estimação do beta. Sendo assim, o artigo abaixo busca analisar esse problema, objetivando verificar quais dos métodos (RUC, TT e SW) e das periodicidades de retorno testados fornecem estimações de betas robustas em séries que têm dias sem negociação. 

Abaixo segue o resumo do artigo. Para ter acesso ao arquivo completo clique aqui.

Este artigo examina o procedimento de estimação de betas para empresas cujas ações não são negociadas todos os dias. Os betas são estimados para 3 métodos: repetição da última cotação (RUC), trade-to-trade (TT) e ajuste de Scholes e Williams (SW). Há 3 periodicidades de retorno: diária, semanal e mensal. O objetivo é verificar a consistência dos betas estimados nos diferentes métodos de cálculo e nas diferentes periodicidades de retorno, com base em dados simulados. Os resultados indicam que, para ações que não negociam todos os dias, os betas podem ser estimados com melhor precisão com o método TT para periodicidade diária.

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